Na sexta-feira este país eslavo registou 729 mortes atribuídas à covid-19.

Segundo dados das autoridades de saúde sanitárias, divulgados no seu canal no Telegram, o número de casos confirmados de covid-19 no país nas últimas 24 horas foi de 25.063.

Nas últimas semanas o número de infeções aumentou, colocando o sistema médico do país sob forte pressão.

A Ucrânia registou 3.174.223 infeções e 75.346 mortes por covid-19 desde o início da pandemia.

Com uma população de 44 milhões apenas cerca de 7,7 milhões de cidadãos já receberam o esquema vacinal completo, embora o país tenha disponíveis quatro diferentes vacinas contra o coronavírus.

A Ucrânia tem a segunda taxa mais baixa da Europa depois da Arménia.

Numa tentativa de conter o contágio, as autoridades ucranianas exigiram que professores, funcionários públicos e outros trabalhadores fossem totalmente vacinados até 8 de novembro ou teriam os seus salários suspensos.

Além disso, a prova de vacinação ou um teste negativo é agora exigido para viajar de avião, comboio ou autocarro de longa distância.

Na quarta-feira, várias centenas de pessoas protestaram em Kiev contra a vacinação anticovid, gritando “Não aos passaportes sanitários” e “Não ao fascismo covid”.

O ministro da Saúde ucraniano, Víktor Liashko, classificou o protesto como um insulto aos profissionais de saúde e às pessoas que perderam entes queridos durante a pandemia

A Ucrânia faz fronteira com a Rússia, que registou também novos recordes semanais desde meados de setembro quer no número de mortes quer no número de infeções diárias.

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