No total, desde que o novo coronavírus começou a espalhar-se, foram registadas 1.29 milhões de infeções no país, a uma média de 23.857 por dia nos últimos sete dias.

Um problema no processamento dos dados atrasou a publicação do balanço diário de mortes, depois de na quarta-feira terem sido notificados 595 óbitos, o valor mais alto desde 12 de maio passado.

No país como um todo, permanecem hospitalizadas 14.196 pessoas com a covid-19, mais 14% do que os 12.406 da semana anterior, revelou o ministro da Economia, Energia e Estratégia Industrial, Alok Sharma, numa conferência em Downing Street, a residência oficial do primeiro-ministro Boris Johnson.

Trata-se de um número de hospitalizados semelhante ao registado em 03 de abril, na primeira vaga da pandemia, e o número de pacientes com ligados a ventilador ascende a 1.219. 

O diretor médico da direção geral de Saúde de Inglaterra (NHS England), Stephen Powis, admitiu que o número de hospitalizados “infelizmente vai continuar a aumentar se as taxas de infeção continuarem a aumentar”.

“Infelizmente, embora os tratamentos e terapias tenham melhorado, mais infeções também significarão mais mortes e mais pessoas a sofrer os efeitos debilitantes de longo prazo da covid”, acrescentou.

Entretanto, o Ministério dos Transportes anunciou que Chile, Islândia, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Ilhas Turcas e Caicos, Laos, Camboja e Bahrein vão entrar a partir de sábado para a lista britânica de corredores de viagem aos quais não é exigida quarentena ao entrar no Reino Unido.

Pelo contrário, os viajantes da Grécia, exceto para cinco ilhas (Corfu, Creta, Rhodes, Zakynthos e Kos), passam a estar sujeitos à quarentena de duas semanas na chegada ao Reino Unido.

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