No total acumulado, Itália já contabilizou oficialmente 1.601.554 casos de infeção desde o início da pandemia, em fevereiro, bem como 55.576 óbitos.

A grande maioria dos atuais 788.471 infetados com covid-19 permanece isolada em casa, apenas com sintomas.

No entanto, os hospitais contabilizam 36.931 internados, mais 299 do que na véspera, e 3.744 em unidades de cuidados intensivos, menos nove do que no dia anterior.

Os dados permitem às autoridades sanitárias italianas acreditar no achatamento da curva, sobretudo nas regiões da Lombardia, epicentro da pandemia desde o surgimento de casos do novo coronavírus, e Campânia, dias das regiões que desde domingo saíram da “zona vermelha” e passaram para a “laranja”, tendo-se aligeirado as restrições.

O Governo italiano está já a analisar um novo decreto com restrições que vai substituir o vigente, que expira quinta-feira.

O que não vai ser alterado é o recolher obrigatório, que permanecerá a partir das 22:00 locais, que poderá vigorar nos dias de Natal e do Ano Novo, tal como indicou hoje o ministro dos Assuntos Regionais italiano, Francesco Boccia.

A segunda vaga da pandemia, segundo reporta a agência noticiosa espanhola EFE, “deixou dados impressionantes”, uma vez que cerca de metade dos contágios confirmados no país durante toda a crise sanitária, iniciada em fevereiro, ocorreu nos últimos 30 dias.

Nesse mesmo período, Itália contabilizou 800.953 infetados e 12.904 óbitos, tal como indicou o Instituto Superior de Saúde (ISS) italiano.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.460.018 mortos resultantes de mais de 62,7 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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