Segundo o Ministério da Saúde italiano, até hoje, e desde o início da pandemia, em fevereiro, a Itália acumulou 1.888.144 casos de infeção, que provocaram a morte a um total de 66.537 pacientes.

Paralelamente continua a diminuir a pressão nos hospitais em todo o país.

Dos 645.706 casos ativos do novo coronavírus, a maioria permanece em isolamento em casa, com poucos sintomas ou sem eles, enquanto 29.823 estão hospitalizadas, menos 522 do que no dia anterior, e 2.926 estão internadas em unidades de cuidados intensivos, menos 77 do que terça-feira.

A taxa de infeção sobre o total de exames de diagnóstico é de 8,8%, o que representa uma ligeira descida dos 9% confirmados no dia anterior.

Neste cenário, o Governo italiano está a analisar medidas mais restritivas para as datas maia importantes da celebração do Natal, embora o primeiro-ministro Giuseppe Conte, tenha posto de parte um confinamento total, como na Alemanha.

Para já, aguarda-se pela distribuição das primeiras vacinas da Pfizer/BioNTech, esperando-se a aprovação da Agência Europeia do Medicamento (AEM) para que Itália possa começar a campanha de vacinação com as 1,8 milhões de doses iniciais.

A prioridade — a campanha deverá começar no início de janeiro — será vacinar o pessoal sanitário e trabalhadores dos lares de idosos.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.636.687 mortos resultantes de mais de 73,4 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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