No entanto, este balanço é também resultado do aumento significativo do número de testes feitos no país, de modo que a percentagem de positivos permaneceu abaixo dos 3%, embora tenha aumentado ligeiramente em relação à semana passada.

Os novos casos detetados elevaram o número de pacientes ativos para 13.949, 315 dos quais em estado grave e 102 em estado crítico.

O recolher obrigatório, aprovado na segunda-feira pelo Gabinete de controlo do coronavírus e ainda por ratificar hoje pelo executivo, deverá entrar em vigor na quarta-feira à tarde, horas antes do início do feriado judaico de Chanucá e, de acordo com os meios de comunicação locais, poderá ser estendido até ao próximo dia 2 de janeiro.

Durante este período, em algumas horas da noite que ainda não estão definidas, a atividade comercial será proibida e o movimento entre certas zonas será limitado.

A mudança foi anunciada na segunda-feira à noite pelo gabinete do primeiro-ministro como parte de uma série de novas restrições para conter a propagação do vírus.

Estas medidas incluem testes obrigatórios para pessoas que regressem do estrangeiro – que devem ser colocados em quarentena – e um número limitado de passageiros em transportes públicos.

A decisão de estabelecer um recolher obrigatório noturno representa um passo atrás no lento regresso à normalidade que Israel iniciou após o seu segundo confinamento, entre meados de setembro e meados de outubro.

O aumento da percentagem de testes positivos e a propagação da covid-19 em múltiplas cidades e setores da sociedade israelita levaram as autoridades a avisar, nos últimos dias, que o país estava a aproximar-se de uma terceira vaga da pandemia.

O Ministério da Saúde já fala de um terceiro confinamento, o qual, de acordo com relatos dos meios de comunicação social, dependerá da eficácia do recolher obrigatório noturno, questionado por muitos peritos, que argumentam que o que é necessário é aplicar as restrições existentes com maior severidade, em vez de acrescentar novas medidas.

Israel, que conta com cerca de nove milhões de habitantes, registou quase 350.000 casos de coronavírus e pelo menos 3.000 mortes desde o início da pandemia.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.535.987 mortos resultantes de mais de 67 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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