Desde o início da pandemia, Portugal registou 15.034 mortes associadas à COVID-19 e 781.223 casos de infeção. Em relação a quinta-feira, contabilizam-se mais 149 óbitos e 2.854 infetados.

Hoje registaram-se também mais 7.617 doentes recuperados. Ao todo há já 652.739 casos de recuperação relacionados com a doença em território nacional.

A região de Lisboa e Vale do Tejo, com 1.366 novos infetados, é a área do país com mais novas notificações, com 48% do total de diagnósticos nas últimas 24 horas.

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O relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24h00 de ontem, indica que a região de Lisboa e Vale do Tejo é a que regista o maior número de mortes acumuladas relacionadas com o vírus SARS-CoV-2 com 6.132 (+64 do que ontem), seguida do Norte com 4.991 óbitos (+35), Centro (2.678 +32) e Alentejo (862 +10). Pelo menos 284 (+7) mortos foram registadas no Algarve. Há 28 (=) mortes contabilizadas nos Açores. Na Madeira registam-se 59 óbitos (+1) associados à doença.

Quebra no número de internamentos

Em todo o território nacional, há 5.230 doentes internados, menos 340 que ontem e a maior descida desde o início do ano, e 846 em unidades de cuidados intensivos (UCI), mais 10 do que na quinta-feira. Há vários dias que se tem assistido a uma quebra no número de doentes internados com COVID-19 em Portugal.

De acordo com o boletim da DGS sobre a situação epidemiológica, existem 113.450 casos ativos da infeção em Portugal – menos 4.912 que ontem - e 149.651 pessoas em vigilância pelas autoridades – menos 5.647.

Imagem do boletim da DGS
Imagem do boletim da DGS

A região Norte é a área do país com maior número de infeções acumuladas, com 320.556 (+720), seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo (293.283 +1.366), da região Centro (111.561 +427), do Alentejo (27.546 +142) e do Algarve (19.249 +109). Nos Açores existem 3.660 (+16) casos confirmados e na Madeira existem 5.368 (+74).

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Faixas etárias mais atingidas

O maior número de óbitos concentra-se entre as pessoas com mais de 80 anos, com 10.060 (+103) mortes registadas desde o início da pandemia, seguidas das que tinham entre 70 e 79 anos (3.117 +33), entre 60 e 69 anos (1.288 +10), entre 50 e 59 anos (382 +2), 40 e 49 anos (135 =) e entre 30 e 39 anos (38 +1).

Há ainda 10 mortes (=) registadas entre os 20 e os 29 anos, duas (=) entre os 10 e os 19 anos e duas (=) entre os 0 e os 9 anos.

Os dados indicam que, do total das vítimas mortais, 7.840 são do sexo masculino e 7.194 do feminino.

A faixa etária entre os 40 e os 49 anos é a que tem maior incidência de casos, contabilizando-se um total de 130.583 casos (+466), seguida da faixa etária entre os 30 e os 39 anos, com 112.420 (+363), e da faixa etária dos 20 e os 29 anos, com 111.751 (+385).

Desde o início da pandemia, houve 353.008 homens infetados e 427.954 mulheres, sendo que se desconhece o género de 261 pessoas.

Quadro resumo dos dados epidemiológicos de hoje
Quadro resumo dos dados epidemiológicos de hoje créditos: SAPO

A COVID-19, causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, é uma infeção respiratória aguda que pode desencadear uma pneumonia.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Recomendações da Direção-Geral da Saúde (DGS)

  • Caso apresente sintomas de doença respiratória, as autoridades aconselham a que contacte a Saúde 24 (808 24 24 24). Caso se dirija a uma unidade de saúde deve informar de imediato o segurança ou o administrativo.
  • Evitar o contacto próximo com pessoas que sofram de infeções respiratórias agudas; evitar o contacto próximo com quem tem febre ou tosse;
  • Lavar frequentemente as mãos, especialmente após contacto direto com pessoas doentes, com detergente, sabão ou soluções à base de álcool;
  • Lavar as mãos sempre que se assoar, espirrar ou tossir;
  • Evitar o contacto direito com animais vivos em mercados de áreas afetadas por surtos;
  • Adotar medidas de etiqueta respiratória: tapar o nariz e boca quando espirrar ou tossir (com lenço de papel ou com o braço, nunca com as mãos; deitar o lenço de papel no lixo);
  • Seguir as recomendações das autoridades de saúde do país onde se encontra.

Último balanço da AFP

A pandemia do coronavírus já causou mais de 107.706.980 infetados e 2.368.493 mortos no mundo desde que a doença foi identificada na China em dezembro de 2019, indica um balanço da agência France-Presse. Do total de casos a nível mundial, pelo menos 65.828.800 pessoas foram consideradas curadas.

Nas últimas 24 horas registaram-se em todo o mundo 13.932 mortos e 435.006 casos de infeção, conclui a AFP, esclarecendo que os números se baseiam nos balanços fornecidos diariamente pelas autoridades sanitárias de cada país e excluem as revisões realizadas posteriormente por organismos de estatística, como ocorre na Rússia, Espanha e no Reino Unido.

Os países que registaram mais mortes seus últimos balanços foram os Estados Unidos, com 3.856 óbitos, o México (1.474) e o Brasil (1.351).

Os Estados Unidos continuam a ser o país mais afetado a nível global, tanto em número de mortos como de casos, com um total de 475.449 mortes entre 27.392.803 casos recenseados, segundo a contagem da universidade norte-americana Johns Hopkins. Depois dos Estados Unidos, os países mais atingidos são o Brasil, com 236.201 mortos e 9.713.909 casos, o México com 171.234 mortes (1.968.566 infetados), a Índia com 155.360 mortos (10.871.294 casos) e o Reino Unido com 115.529 mortes (3.998.655 casos).

Ainda entre os países mais afetados, a Bélgica continua a ser o que conta com mais mortos em relação à sua população, com 186 óbitos por cada 100.000 habitantes, seguido pela Eslovénia (177), Reino Unido (170), República Checa (167) e Itália (153).

Por regiões do mundo, a Europa totalizava até hoje (às 11:00) 794.520 mortes em 35.214.103 casos de infeção confirmados, a América Latina e as Caraíbas 632.330 mortos (19.923.788 casos), os Estados Unidos e o Canadá 496.512 mortes (28.209.053 infetados), a Ásia 246.706 mortes (15.589.909 casos), o Médio Oriente 100.228 mortos (5.020.106 casos), a África 97.251 mortes (3.718.174 infetados) e a Oceânia 946 mortes (31.853 casos).

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