Bélgica, Bulgária, Croácia, Eslovénia, Estónia, Grécia, Hungria, Países Baixos, Polónia e a República Checa são os 10 dos 27 Estados-membros do bloco comunitário que estão classificados como estando numa situação de “preocupação muito alta”, a mais elevada do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC, na sigla inglesa), no que respeita à doença covid-19.

Outros 10 Estados-membros (Alemanha, Áustria, Dinamarca, Eslováquia, Finlândia, Irlanda, Letónia, Lituânia, Luxemburgo e Roménia) estão referenciados como uma situação de “preocupação alta”.

Portugal, Chipre e França estão catalogados como uma situação de “preocupação moderada” e a Espanha, Itália, Malta e Suécia estão classificados na categoria de “preocupação reduzida”.

Entre 31 de outubro e 06 de novembro, face à semana anterior, três Estados-membros subiram de categoria (Bélgica, Finlândia e Polónia), outros cinco desceram (Irlanda, Itália, Letónia, Lituânia e Suécia) e os restantes mantiveram-se na mesma.

Por outro lado, na semana entre 31 de outubro e 06 de novembro, a 44.ª do ano, a Eslovénia (1.748 casos por mil habitantes) a Estónia (1.698), a Letónia (1.533), a Lituânia (1.402) e a Croácia (1.394) apresentaram as maiores taxas de notificação.

Outros oito países (Bélgica, Bulgária, Estónia, Itália, Lituânia, Roménia, Espanha e Suécia) apresentaram descidas semanais no número de casos por habitante na 44.ª semana do ano em curso, face à anterior.

O ECDC salienta ainda que o número de casos tem subido muito e rapidamente, mas a taxa de mortalidade por covid-19 se mantém baixa, mas em subida lenta, estimando que nas próximas duas semanas os números de caos, hospitalizações e mortes deverão continuar a aumentar.

A covid-19 provocou pelo menos 5.078.208 mortes em todo o mundo, entre mais de 251,87 milhões infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.234 pessoas e foram contabilizados 1.104.189 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

A doença é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

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