Os doentes acolhidos naquela Estrutura de Apoio de Retaguarda (EAR) eram provenientes de unidades da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, e foram acolhidos na sequência de um pedido da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil ao Estado-Maior-General das Forças Armadas.

Este Centro de Acolhimento, a funcionar como EAR, com 60 camas, disponibiliza alojamento e alimentação aos doentes, e é guarnecido e gerido por pessoal do Serviço Nacional de Saúde e da Segurança Social.

As Forças Armadas disponibilizaram ao Serviço Nacional de Saúde, e ao Ministério do Trabalho Solidariedade e Segurança Social, 11 centros de acolhimento de doentes, em unidades militares dos três ramos das Forças Armadas, no Continente e Ilhas, num total de 840 camas, para acolher doentes infetados por covid-19, sem critérios de gravidade.

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