O Instituto Robert Koch (RKI) anunciou hoje 12 novas vítimas mortais de COVID-19, elevando o total para 9.048. Há agora mais 400 novos casos considerados curados em relação ao dia anterior, somando 183.600.

O ministro da Saúde, Jens Spahn, voltou a alertar para o perigo da ausência de máscaras de proteção, sublinhando que esta é a melhor forma, e a mais barata, de reduzir o risco de contágio.

O uso da máscara nem sempre é agradável, reconheceu, mas é um “mal menor” comparativamente a outras restrições, defendeu esta quarta-feira à noite num debate online.

Uma sondagem divulgada hoje revela que a maioria dos alemães (51%) acredita que as restrições e medidas de combate à pandemia de COVID-19 estarão presentes no quotidiano pelo menos durante os próximos seis meses.

Um em cada quatro, segundo este estudo McKinsey, teme mesmo que a vida não regresse à normalidade antes de um período de um ano.

A pandemia de COVID-19 já provocou mais de 545 mil mortos e infetou mais de 11,9 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.631 pessoas das 44.859 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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