O número de casos registados na sexta-feirainclui contágios não contabilizados no dia anterior, devido a uma falha técnica na transmissão de dados. O total acumulado de infetados subiu para 418.005.

O presidente do Instituto Robert Koch, entidade de vigilância sanitária no país, alertou que “o vírus pode espalhar-se de forma incontrolável” em algumas regiões, explicando que “atualmente os jovens são os mais expostos”.

A Alemanha, que até agora tinha sido poupada pela primeira onda da primavera, enfrenta há várias semanas, como todos os países europeus, um aumento acentuado nos casos, o que levou as autoridades a endurecerem as medidas contra a pandemia, em particular proibindo aglomerações.

Por outro lado, foram decididas restrições locais, como em Berlim, onde o uso de máscaras foi imposto em certas ruas movimentadas, e em outras zonas do país, o confinamento.

Há uma semana, a chanceler alemã, Angela Merkel, pediu à população que reduzisse ao máximo as relações sociais, pedindo para “ficar em casa” o máximo possível.

“O que será o inverno, como será o nosso Natal, será decidido nos dias e semanas que virão”, avisou.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e mais de 41,3 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência de notícias France-Presse (AFP).

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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