O aviso foi deixado pela epidemiologista da OMS Maria Van Kerkhove, na videoconferência de imprensa transmitida a partir da sede da organização, em Genebra, na Suíça.

Segundo a especialista, a imunidade natural - a que é desenvolvida por uma parte significativa da população depois de ter sido infetada e uma das formas de se adquirir imunidade de grupo contra uma doença infecciosa - implicaria que o vírus da COVID-19 se propagasse e que "muitas pessoas ficassem infetadas, hospitalizadas".

"Seria muito perigoso, muitas pessoas teriam de morrer", advertiu.

Para Maria Maria Van Kerkhove, só uma vacina "segura e eficaz" permitirá proteger amplamente as pessoas e conter a propagação da COVID-19, uma doença respiratória causada pelo coronavírus SARS-CoV-2.

A vacinação é a forma artificial de uma população adquirir proteção contra uma doença contagiosa.

A pandemia da já provocou pelo menos 826 mil mortos e infetou mais de 24,2 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência noticiosa francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.809 pessoas das 56.673 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A COVID-19 é causada por um novo coronavírus (tipo de vírus) detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China, e que se disseminou rapidamente pelo mundo.

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