4 de abril de 2013 - 16h51 
O Centro Hospitalar do Ave (CHAA) congratulou-se hoje com a “promoção” a centro de excelência de tratamento de doenças raras, sublinhando tratar-se do “reconhecimento de um trabalho de anos” ali desenvolvido.
“É o reconhecimento de um trabalho de anos que, de alguma forma, demonstra o nosso mérito nesta área. As características da nossa região, em Guimarães e em outras zonas da nossa área de influência, fazem com que haja uma grande prevalência destas doenças. Ao longo do tempo fomos acumulando experiência, que foi agora reconhecida”, refere Olga Azevedo, médica cardiologista do CHAA.
Esta médica especializou-se naquele tipo de doenças e acompanha vários casos de doenças raras (neste momento cerca de 60, com tendência para crescer) no Hospital de Guimarães.
O Ministério da Saúde designou três centros de excelência de doenças lisossomais de sobrecarga, sendo o CHAA, que integra os hospitais de Guimarães e Fafe, o selecionado na região norte.
Os outros dois são o Centro Hospitalar Universitário de Coimbra e o Centro Hospitalar de Lisboa Norte.
Da mesma forma, foi também constituída a Comissão Coordenadora do Tratamento das Doenças Lisossomas de Sobrecarga, com 6 elementos, ao nível nacional, da qual fará parte Olga Azevedo.
O CHAA é o maior centro ibérico de doenças raras, sendo mesmo um dos maiores centros europeus de tratamento da Doença de Fabry.
Lusa

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