"Ao que conseguimos apurar a Mapfre [seguradora] ainda está na fase das peritagens. É lamentável, por se tratar de uma viatura com meios a bordo para prestar socorro imediato que não está ao serviço dos bombeiros", afirmou hoje à Lusa o presidente da direção daquela corporação, José Salgado.

Contactada pela Lusa, fonte do INEM explicou que "a reparação mecânica da ambulância está concluída, faltando a parte de chaparia e pintura que está dependente da conclusão do processo de piratagem da Mapfre".

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O presidente da direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Viana do Castelo explicou que a 17 de junho a ambulância do INEM "foi abalroada por um carro que passou um traço contínuo".

"É a primeira viatura a sair em caso de socorro imediato e da qual estamos privados. Por se tratar de uma ambulância de emergência, a seguradora devia ter outro procedimento, atendendo até ao período que atravessamos, com muitos visitantes na cidade. É menos um equipamento que temos ao serviço", frisou José Salgado.

O responsável explicou que, em alternativa, "os bombeiros estão a utilizar meios próprios para garantir o socorro ás populações".

"A ambulância é propriedade do INEM. Para fazer face às situações de emergência estão a sair as nossas ambulâncias, o que também acarreta prejuízos para a corporação.

Fundados em 1881, os Bombeiros Voluntários de Viana são das mais antigas corporações do país. Contam com uma estrutura constituída por mais de 35 profissionais e cerca de 95 bombeiros.

A Lusa tentou ouvir a seguradora Mapfre, mas tal não foi possível até ao momento.

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