O estudo compara o custo ambiental da produção de vegetais com outro tipo de alimentos, como a carne de porco, e conclui que a alimentação vegetariana é a mais prejudicial para o meio ambiente no que toca à emissão de poluentes e consumo de recursos naturais.

Uma caloria de alface, por exemplo, "é três vezes pior em termos de emissão de gases com efeito de estufa do que [uma caloria de] bacon", dizem os investigadores, citados pelo jornal diário The Independent.

Além da alface, o estudo nomeia o cultivo da beringela, aipo e pepino como alguns dos mais prejudiciais para a sustentabilidade ambiental.

Mais saudável, mais poluente

Por outro lado, a mesma investigação conclui que desde o cultivo ao consumo, a alimentação recomendada pelas autoridades de saúde norte-americanas provocaria um aumento de 38% no consumo de energia, 10% de água e 6% na emissão de gases com efeito de estufa.

A criação de gado continua a ser responsável por 51% da emissão de gases prejudiciais para o meio ambiente, mas "não se pode presumir que a dieta vegetariana tenha pouco impacto no meio ambiente", comenta Paul Fischbeck, um dos autores do estudo.

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