Sendo o sono essencial para recuperar energias, a escolha da almofada é «fundamental para que acorde de bom humor e sem dores no dia seguinte», refere o quiroprático Theo Koenen. Aquando da sua compra, tenha em conta que esta deve manter a cabeça e o pescoço alinhados com a coluna. «Experimente várias almofadas para perceber a que melhor se adapta a si e a que é mais confortável», aconselha o especialista.

As almofadas mais caras são as melhores?

Algumas das almofadas de preços mais elevados têm uma maior durabilidade, mas o preço não deverá ser o principal critério de seleção, mas antes o facto de manter a cabeça e o pescoço alinhados com a coluna.

Ao fim de quanto tempo se deve trocar de almofada?

Deve ser substituída de dois em dois anos, pois a pressão exercida enquanto se dorme altera-lhe a forma e as características, tornando-a menos confortável.

As almofadas específicas, como as ergonómicas, são úteis?

O melhor é verificar o estado da coluna e, tendo em conta as suas características, procurar a almofada certa para cada caso. A regra é optar por uma almofada não muito alta nem muito dura, devendo a coluna ficar quase direita.

3 aspetos a ter em conta antes de seleccionar a sua próxima almofada

1. Se dorme de barriga para cima, «preocupe-se em manter a curva do pescoço, colocando uma toalha enrolada por baixo do mesmo», afirma Theo Koenen.

2. Se dorme de barriga para baixo, «necessita de uma almofada mais fina ou de dormir sem almofada debaixo da cabeça», recomenda o especialista.

3. Se dorme de lado, «deverá alinhar a cervical com a coluna dorsal. Uma boa solução é aproximar a distância entre o ombro e a orelha com a ajuda de uma toalha, aumentando ou reduzindo-lhe o número de dobras, consoante a altura da almofada», diz.

Veja na página seguinte: Os tipos de almofadas mais recomendados

Como escolher

Ao contrário do que possa pensar, estão longe de ser todas iguais. Existem vários tipos de almofadas. Podem ter diferentes materiais no seu enchimento e especificações distintas. Estes são os tipos mais comuns:

- Fibras sintéticas

«São uma alternativa para quem sofre de alergias, pois podem ser facilmente lavadas na máquina», adverte o especialista.

- Lã

«Devem ser sacudidas com regularidade, de modo a manterem o suporte do pescoço e da cabeça, evitando a compactação do enchimento», aconselha Theo Koenen.

- Penas e penugem

«São mais caras, mas têm maior durabilidade do que a maioria das sintéticas. Macias e leves, deformam-se facilmente com o uso. São ideais para quem dorme de barriga para cima ou muda frequentemente de posição, mas contraindicadas para quem sofre de alergia respiratória», diz o quiroprático.

- Espuma e latex

«Tendem a ter mais durabilidade do que os outros tipos de enchimento e conferem apoio firme à cabeça e ao pescoço. Por dificilmente acumularem poeira, são as mais adequadas para quem sofre de asma», refere Theo Koenen.

- Espuma de memória

«De poliuretano, reagem ao calor e peso da cabeça, adotando a sua forma, podendo demorar 30 a 60 segundos a recuperar a forma inicial».

Texto: Catarina Caldeira Baguinho com Theo Koenen (quiroprático)

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