O doce que a avó fazia todos os natais, o que se criou em conventos e se manteve até aos nossos dias, aquela iguaria da terra que só se come na Páscoa, o gelado que só se faz no verão com fruta da época, o pudim à base da produção local, aquele docinho tradicional que só se encontra naquela zona do país, e especialmente as inovações que privilegiam o que a terra dá.

É destas memórias e sabores portugueses, um país de mestres pasteleiros, mas também de inovações doceiras que versa, em 2019, a eleição das “7 Maravilhas de Portugal”. A abordagem faz-se nesta oitava edição aos nossos doces.

Para já, todos os interessados em participar podem efetuar, até 7 de março, a candidatura online. Explicita o regulamento que os candidatos, a título individual ou em grupo, podem apresentar até sete doces por inscrição.

Até ao anúncio final dos vencedores, decorrerão eliminatórias regionais que reduzirão os candidatos dos distritos nacionais a concurso, seguindo-se duas meias-finais, a 24 e 31 de agosto.

A 7 de setembro, na “Gala Finalíssima”, transmitida em direto pela RTP 1, ficaremos a saber pelas vozes de Catarina Furtado e José Carlos Malato quais são os vencedores nas categorias a concurso, a saber: Doces de Território, Bolo de Pastelaria, Doce de Colher e Doce à Fatia, Biscoitos e Bolos Secos, Doces Festivos, Doces de Fruta e Mel e Doces de Inovação.

Desde 2007, ano em que se realizou o primeiro concurso "7 Maravilhas de Portugal", foram eleitas as maravilhas do Património Histórico, do Património Histórico no Mundo, as maravilhas naturais, da gastronomia, as praias de Portugal, as aldeias portuguesas e, no ano de 2018, as maravilhas da mesa lusa.

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