Uma gestão racional dos meios e o recurso a algumas receitas e ingredientes alternativos, cortando nas calorias sem perder o sabor pode ser a resposta à questão colocada acima. Isto sem abdicar da tradição e do sabor. Hoje em dia gozamos de uma alimentação rica e variada ao longo de todo o ano. Bem diferente do antigo significado da abundância à mesa pelo Natal. Esta ligada a razões históricas, pois procurava-se com a mesa farta da Ceia compensar períodos do ano em que a carência alimentar se impunha no dia a dia. A mesa de Natal exige, assim, planeamento. Devemos antecipar o que se vai cozinhar e para quantas pessoas. Porque não uma ementa original? Com sugestões da cozinha vegetariana, vegan, macrobiótica (todas elas têm alternativas aos pratos tradicionais), ou até mesmo pratos com retoques além fronteiras. Afinal de contas vivemos num mundo global.

Patês de carnes, à base de porco, de vitela ou de aves, ou mesmo patês de legumes, são geralmente económicos e muito saborosos (atenção, contudo, aos excessos). A reunião familiar pode, desta forma, tornar-se um pretexto para experimentar novos sabores. Pode, ainda, motivar uma troca de prendas original e sem esticar os cordões da bolsa. Ou seja, receitas simples, como bolinhos e bombons podem converter-se em miminhos para ofertarmos àqueles de que mais gostamos. Basta, depois, rematar com embrulhos caseiros.

Quem, de todo, dispensa os docinhos da época, também encontra algumas alternativas. Sem dizer não à tradição, podemos inovar e poupar nos gastos com os ingredientes.

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