No meio de uma luxuosa selva, a Dolce & Gabbana apresentou a sua nova coleção primavera-verão 2020.

O Metropol, antigo cinema que hoje é a sede principal da marca, foi tomado por plantas exóticas, enquanto a passerrelle foi decorada com estampado de leopardo.

As modelos vestiam-se como se estivessem a ir para um safari, com casacos, calções ou macacões de sarja, mas de salto fino, lábios pintados e lenços de seda nos cabelos.

A exuberância deu o tom da passerelle: os estampados de girafas, zebra, leopardo e tigre combinavam com os motivos tropicais, como folhas de bananeira e palmeira ou frutas exóticas.

Os penteados, os acessórios e o corte, contudo, remetiam para a Sicília dos anos 1950.

Monica Bellucci assistiu ao desfile com os seus amigos, bem como a atriz Sofia Vergara.

Já a Gucci fechou a Fashion Week convidando o público a entrar num laboratório enigmático, no qual Alessandro Michele, diretor artístico da casa, pretende criar uma mota antídoto contra a normal social.

No meio de muitos jogos de luz, os modelos que vestiam a nova coleção primavera-verão 2020 da Gucci desfilaram numa passerelle móvel.

A coleção lembra os anos 1970, com calças largas, lapelas largas nos casacos, vestidos longos monocromáticos e óculos quadrados.

As criações também se inspiraram em uniformes de trabalho, com acessórios emprestados do universo BDSM, como chicotes.

Como sempre, a Gucci fez do desfile um campo em que tudo é possível e onde a moda se torna num instrumento de resistência.

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