As restrições contra o coronavírus privarão esta edição, no entanto, do seu habitual sabor internacional.

A pandemia ofuscou as últimas duas Semanas da Moda, em setembro de 2020 e fevereiro de 2021, marcadas pela prevalência dos desfiles virtuais.

O CEO do Conselho de Designers de Moda da América (CFDA, na sigla em inglês), Steven Kolb, diz que vê espaço para apresentações em modo virtual e presencial.

Segundo ele, "há um otimismo real, energia e entusiasmo com o regresso dos desfiles ao vivo".

"Somos resilientes e otimistas", acrescentou Kolb.

Em Nova Iorque, cujos "desfiles de moda" precedem os de Londres, Milão e Paris, não faltam passerelles icónicas, como a de Tommy Hilfiger no Apollo Theatre, em 2019, ou o evento inspirado no Studio 54 de Michael Kors no mesmo ano.

"Este é um momento importante para Nova Iorque e estamos orgulhosos em apoiar a cidade e a indústria", disse o estilista Michael Kors.

Na terça-feira (7), a fundadora da marca Collina Strada, Hillary Taymour, confirmará a sua proposta de conscientização ambiental, com a apresentação de um jardim, num terraço no Brooklyn.

Na quinta à noite (9), LaQuan Smith apresentará a sua coleção no Empire State Building, e o dia terminará com os desfiles de Moschino, Sergio Hudson e Carolina Herrera.

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