Os fabricantes de maquilhagem gastaram 266 milhões de dólares, mais de 240 milhões de euros, em corantes cosméticos em 2018. Este ano, o valor vai subir. Em 2026, vão investir 402 milhões de dólares, cerca de 365 milhões de euros. A taxa de crescimento anual composta, um dos principais indicadores para analisar a viabilidade de um investimento, ronda os 5,28%. Os números são avançados no relatório internacional Global Cosmetic Dyes Market 2019-2028.

De acordo com o documento, que o site norte-americano Marketresearch.biz começou hoje a comercializar, o mercado é dominado pelas empresas Sensient Cosmetic Technologie, Clariant AG, Aakash Chemicals and Dyestuffs Inc, DyStar Singapore Pte Ltd., Neelikon Food Dyes and Chemicals Limited, Goldmann Group, Chromatech Incorporated, Organic Dyes and Pigments LLC e Koel Colours Pvt. Ltd. Os corantes de origem sintética ainda são os mais usados.

Mas os hábitos estão a mudar. "Apesar dos corantes cosméticos sintéticos serem mais brilhantes e terem uma intensidade superior do que a maioria dos naturais, estes são muito populares porque não têm contraindicações dermatológicas", refere o relatório. Além dos cosméticos usados na maquilhagem facial, estes produtos também são utilizados na produção de vernizes e de tintas de coloração capilar, outro dos negócios em grande expansão.

"Atualmente, as pessoas estão a aumentar a variedade de tons que utilizam para tingir o cabelo para esconder os cabelos brancos. Anteriormente, muitas cobriam-nos apenas com tinta preta. Para além disso, muitos, sobretudo os mais novos, estão a optar por diferentes cores de cabelo porque querem ter um ar mais arrojado para acompanhar as tendências. Esse aumento é uma das mudanças que está a dinamizar o setor", afirmam ainda os autores do documento.

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