O evento reuniu esta semana especialistas em tendências de moda masculina, bloggers, potenciais compradores e outros gurus de estilo numa uma atmosfera relaxada em comparação com os desfiles femininos que começam dia 10.

Nas passerelles, o tom casual de uma moda fácil e confortável foi notável através das coleções da Public School, Stampd, Cwst, Todd Snyder, Michael Kors e Tommy Hilfiger.

Para além dos casacos, calças e cachecóis em modelos amplos, apareceram também mangas acolchoadas e o look pijama, fazendo eco às tendências para o próximo inverno, com casacos de fecho éclair e capuz feitas de tecidos leves como caxemira e seda, lãs finas e grossas e até nylon.

A chave está em encontrar o equilíbrio adequado entre estrutura, conforto e originalidade. "Utilizámos peças tradicionais com toques de estilo, atualizadas para nossa época. Estas são as peças com as quais construímos o design moderno", revelou Tommy Hilfiger em entrevista à agência de notícias France-Presse (AFP).

"Nós fixámo-nos em todos os ângulos de cada peça, dando uma sensação de novidade, sem nunca perder de vista o que as faz especiais", completou.

David Hart também recordou modelos clássicos que lembram a época de ouro do jazz, com blazers de botões cruzados, calças com xadrez escocês e meias coloridas, para acrescentar um toque moderno.

A fuga ao tradicional foi uma constante nas passerelles, como foi possível ver no desfile de John Varvatos, que apresentou a sua coleção no interior de um clube punk.

Já a marca de moda urbana Public School voltou às suas origens, colocando as modelos na rua diante de fãs e bloggers, num desfile amplamente difundido nas redes sociais. Já o estilista Greg Lauren, sobrinho de Ralph Lauren, levou os espectadores a uma grande selva urbana com o desfile a acontecer dentro de um ringue de boxe.

O blogger de moda Stevie Gatez notou algo de diferente nos desfiles, ao verificar que as "toneladas de diversidade" na passerelle foram uma das coisas que lhe chamaram à atenção. "Comparativamente com os desfiles anteriores, vi mais modelos negros", admitiu na quinta-feira passada.

Recorde-se que a semana da moda masculina começou em julho com a apresentação das coleções de primavera-verão 2016, com presença maior de marcas, apesar de Nova Iorque ficar atrás de Londres, Milão e Paris.

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