Um estudo publicado no jornal científico Sleep revela que adolescentes cujos pais os incentivam a dormir cedo têm menos probabilidade de sofrer de depressão. A investigação realizada junto de mais de 15.000 pessoas verificou que os jovens cujos progenitores permitem que estejam acordados até à meia noite ou mais tarde têm cerca de 20 por cento mais de hipóteses de se tornarem depressivos ou de terem pensamentos suicidas do que jovens que se deitam antes das 22 horas.

Se dormirem regularmente menos de cinco horas, a probabilidade de sofrerem de depressão é de mais 71 por cento em relação a jovens que dormem oito horas. Um outro estudo, levado a cabo por especialistas do Lifespan Learning and Sleep Laboratory do University College London (UCL), em Inglaterra, relaciona a falta de sono com as más notas que muitos adolescentes apresentam.

«Dormir desempenha um papel fundamental no modo como aprendemos. Existem provas que atestam a importância do sono na aprendizagem de línguas, na memória, na resolução de problemas e até no próprio comportamento. Um novo estudo que eu e os meus colegas fizemos comprova que uma quantidade de sono ótima melhora o processo de apreensão de conhecimento e de consolidação cognitiva», escreveu Dagmara Dimitriou, em março de 2016.

Para contrariar o problema, que atinge milhões de adolescentes em todo o mundo, o Center for Sleep Sciences da Stanford University, nos EUA, criou um curso que pretende transformar os que o frequentam em embaixadores do sono. «Esta formação, que é única, foi desenhada para alertar para os riscos para a saúde de um sono deficitário», noticiou a jornalista Ben Tracy na mesma altura.

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