Todas as semanas, no seu blogue, Gracie X escreve um artigo sobre as suas teorias. Esta norte-americana de 48 anos da Carolina do Norte, mãe de dois filhos e casada em segundas núpcias com Oz, de 41, defende o conceito de «poligamia ética». «Ter sexo fora do casamento fez de mim uma mãe fantástica», assegura a progenitora de Tallulah (16 anos) e Merlin (11 anos). Apesar de ser apaixonada pela família e de ser adepta de uma vida caseira, não consegue resistir ao apelo da sua sexualidade.

Fã de fatos de cabedal coleantes e de botas pretas até aos joelhos, conta com a aprovação do marido. «Tudo o que me faz feliz e me deixa com energia faz de mim uma melhor mãe», assegura a ruiva. «Se os meus filhos me pedissem para deixar de ser adepta do poliamor, eu não o faria. Não posso viver uma vida que não é a minha», acrescenta. A filha, em plena adolescência, aprova o comportamento da mãe.

«Tinha 10 ou 11 anos quando os meus pais tiveram uma conversa comigo e me explicaram que iam começar a sair com amigos especiais», conta Tallulah. «Acabei por me habituar e agora sei que ela é uma mulher mãe porque é uma pessoa mais feliz», afirma ainda. «Isso acabou por afetar o modo como vejo hoje os relacionamentos. Eu quero estar numa relação como eu quero e não numa como a sociedade quer que eu esteja».

Gracie X conheceu Oz quando ainda era casada com Hank, o primeiro marido. Em menos de nada, estava a viver com dois homens na companhia dos filhos. Uns tempos depois, Hank conheceu Valerie e saiu de casa. «A vida doméstica é a coisa mais aborrecida e eu preciso de ter uma vida de adulta alheada dessa situação. O facto de ser, hoje, uma pessoa mais feliz aproximou-me dos meus filhos», acrescenta ainda.

Texto: Luis Batista Gonçalves

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