No final de 2019, Portugal apresentava uma taxa de abandono escolar precoce de 10,6%, abaixo da de 11,8% do ano anterior, sendo o objetivo assumido para 2020 de reduzir a taxa de jovens entre os 18 e os 24 anos que não completam a educação ou formação obrigatória para 10%.

Segundo o gabinete estatístico europeu, no que respeita aos licenciados com idades entre os 30 e os 34 anos, Portugal tinha no ano passado uma taxa de 36,2%, um progresso face aos 33,5% de 2018, mas ainda longe do objetivo dos 40% traçado na estratégia Europa 2020.

A União Europeia (UE) já atingiu o objetivo fixado para 2020 no que respeita à taxa de jovens licenciados (40,3%) e, com 10,2% de abandono escolar precoce, está próxima da meta dos 10%.

Em 2019, pelo menos metade da população com idade entre os 30 e os 34 anos tinham completado o ensino superior em Chipre (58,8%), na Lituânia (57,8%), no Luxemburgo (56,2%), na Irlanda (55,4%), na Suécia (52,5%) e na Holanda (51,4%).

No outro extremo da tabela estão a Roménia e a Itália, respetivamente com 25,8% e 27,6% de licenciados.

As menores proporções de abandono escolar precoce, por seu lado, foram registadas na Croácia (3,0%), Lituânia (4,0%), Grécia (4,1%), Eslovénia (4,6%), Irlanda (5,1%) e Polónia (5,2%) e as maiores em Espanha (17,3%), Malta (16,7%) e Roménia (15,3%).

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