Todas as bebidas alcoólicas representam riscos para o feto, mesmo que em pequenas quantidades. Segundo o estudo agora publicado, existe uma relação direta entre o consumo de álcool e anomalias no desenvolvimento do feto. Assim que a bebida alcoólica é ingerida, passa a barreira da placenta e acumula-se no líquido amniótico, o que pode originar problemas de origem neurológica ou comportamental na criança.

A autora do estudo, Janet F. Williams, da Universidade do Texas, explica que mais de 30 anos de investigação sugerem estas conclusões.

O álcool também entra em contacto direto com o feto através do sangue do cordão umbilical, o que pode condicionar a passagem de nutrientes e oxigénio.

Atrasos de desenvolvimento, problemas de aprendizagem ou dificuldades comportamentais podem assim estar na origem da exposição ao álcool durante o período fetal, diz Williams.

O estudo aconselha as mulheres que estão ou pensam ficar grávidas a limitar, por completo, a ingestão deste tipo de bebidas.

O nível de álcool no sangue do feto é igual ao do sangue da mãe, embora o tamanho dos órgãos do bebé e a sua formação seja extremamente diferente, o que se pode tornar altamente tóxico para a criança.

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