A notícia é avançada esta segunda-feira (06/02) pelo Jornal de Notícias.

A lei portuguesa não admite a existência de crianças com pai incógnito desde 1977, mas nos últimos anos o número casos aumentou.

Só entre 2015 e 2016 os casos de bebés registados sem indicação de paternidade quase duplicaram: passaram de 485 para 837, avança o referido jornal.

Segundo dados do Ministério Público, em apenas cinco anos, desde 2012 até ao final do ano passado, 2348 crianças foram registada sem o nome do pai, o que obriga o Ministério Público a desencadear processo de averiguação oficiosa da paternidade.

As razões apontadas pelas progenitoras são variadas: opção da própria mãe, Procriação Medicamente Assistida ou por recusa dos homens apontados como pais.

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