Segundo a GNR, os funcionários da empresa “estavam a processar o lixo” nas instalações do aterro quando encontraram a mala com o bebé recém-nascido do sexo masculino e com cerca de 50 centímetros.

Também a empresa Suldouro confirmou à Lusa ter havido durante a manhã “uma ocorrência dessa natureza” e que a situação foi comunicada às autoridades, estando a ser feitas “todas as diligências legais previstas”.

Pelas 18:00 o corpo do bebé foi removido pelos Sapadores Bombeiros de Gaia que, segundo um dos operacionais, o transportaram para o Instituto de Medicina Legal.

Quer a Câmara Municipal de Gaia quer a Junta de Freguesia de Sermonde disseram desconhecer o sucedido.

De acordo com a GNR de Gaia, o caso “está sob a alçada” da Polícia Judiciária que, até ao momento, se escusou a prestar qualquer esclarecimento.

A Lusa contactou, pelas 17:30, o Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forense, Delegação do Norte, e fonte da estrutura apenas referiu que ainda “não receberam informação nenhuma sobre o caso”.

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