Enquanto no interior do Teatro Rivoli, onde decorre a cerimónia de aniversário, a presidente do IPP, Rosário Gamboa, fala do "reposicionamento" do instituto, no exterior mais de meia centena de alunos gritam "Não, não, à reestruturação" e exibem faixas com frases como "Deixem-nos terminar o que escolhemos começar" ou "Fizemos uma escolha. Respeitem-na".

Em causa está a reestruturação do IPP, aprovada a 10 de fevereiro, que inclui passar das atuais sete escolas para oito, a reafetação de 17 cursos entre unidades orgânicas, a descontinuidade de dois e a criação de três novos.

Perante uma assistência que inclui o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, Rosário Gamboa, no seu discurso, disse: "escolhemos o caminho mais difícil" e "as instituições dinâmicas atualizam-se".

Mas do lado de fora o coro de vozes contra a reforma do IPP vai aumentando de tom com os estudantes de vários cursos a exigirem, por exemplo, garantias na transição e mais informação. "Não somos mercadorias" é outra das frases mais utilizadas.

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