Os adolescentes e os jovens adultos estão mais atrevidos e experimentalistas no que se refere ao sexo. A garantia é dada por um nova nova investigação internacional, divulgada pelo Journal of Adolescent Health no início de fevereiro de 2018, que garante que, na faixa etária entre os 16 e os 24 anos, o número de heterossexuais praticantes de sexo vaginal, de sexo oral e de sexo anal é, atualmente, maior do que era há 20 anos.

Os especialistas chegaram a essa conclusão depois de entrevistar 45.000 voluntários britânicos e de analisar três estudos realizados anualmente desde a década de 1930. As diferenças são mais do que evidentes. Entre 1990 e 2012, o número de adeptos de felação e de coito anal quase que duplicou. As alterações maiores registam-se, contudo, nos adolescentes com idades entre os 16 e os 19 anos.

Na origem do novo paradigma estão, segundo vários especialistas, novas abordagens pedagógicas, como a da Universidade de Harvard, nos EUA, que organizou um workshop de promoção do sexo anal com o objetivo de acabar com o estigma que ainda hoje existe em torno desta prática. A criação da hashtag #MyFirstTime, que recentemente invadiu a internet, também tem suscitado discussões e debates.

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