Na passada quinta-feira, dia 22, foram vários os colegas e amigos que homenagearam o ator João Ricardo, marcando presença no Teatro A Barraca para o lançamento da sua autobiografia - ‘Os Dias que (Não) Contam’.

Pedro Górgia foi um dos presentes e também um dos que mais se emocionou ao recordar João Ricardo, que morreu em novembro de 2017. Em declarações ao Fama Ao Minuto, Górgia lembrou o amigo como “uma pessoa com uma imaginação brutal e uma capacidade de trabalho incrível”.

“Ele teria ainda muito mais para dar, morreu muito cedo. Morrer nesta idade é sempre morrer muito cedo, mas ele era uma pessoa que, sem dúvida nenhuma, artisticamente tinha ainda muito para dar. Tinha muito para viver, muitos pensamentos para partilhar, ainda bem que pelo menos este trabalho viu a luz do dia”, afirmou, em referência à obra que reúne as memórias de “um menino que foi menino para sempre”.

Pedro Górgia recordou ainda a forma como conheceu João Ricardo: “Foi há 25 anos, no Teatro de Carnide, quando fui fazer um curso com ele e com o José Boavida, que infelizmente também já não está entre nós”.

Mais tarde, no mesmo palco, os dois atores fizeram um encenação profissional chamada ‘Dragão Cor de Framboesa’. Agora, 25 anos depois, Pedro junta-se a outros colegas e amigos de João para, no dia 24 de março, repor a peça com o elenco original e homenagear o ator.

Questionado sobre as saudades que sente de João Ricardo, Pedro emocionou-se e foi com a voz embargada que respondeu: “É uma pena, a Tônia Carrero diz que o inferno é a velhice, mas também não chegar a envelhecer, com tanto para dar, é uma merda”, finalizou.

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