Manuel Luís Goucha recebeu na passada sexta-feira, dia 11, o Prémio Percurso pelo seu trabalho em televisão, atribuído pela Revista ‘Mais Alentejo’, na sua XV gala, no Casino Estoril, em Lisboa.

No seu blogue, o apresentador falou sobre o seu percurso profissional. “Começam os prémios de percurso, e isto já sou eu a achar, com basta presunção, que este é ‘apenas’ o primeiro e que, por conseguinte, outros se seguirão. Os prémios aceitam-se com a humildade possível, sabendo que quem oficia em televisão tem o ego suficientemente afagado. Mas não querendo parecer falsamente modesto, que o não sou, não é isso que me norteia. Já tive oportunidade de o dizer, em várias ocasiões, que esta foi a vida que escolhi e que em momento algum disso me arrependi. Antes pelo contrário, é no trabalho que me cumpro, tendo por certo descurado outros aspetos que me trariam outro tipo de realizações, considerando que o meu desempenho, suportado por uma insaciável curiosidade, é o único que poderia assumir enquanto profissional”, começou por dizer Goucha.

No momento de agradecer a distinção, Manuel “fez questão de a dedicar a quantos ao longo dos últimos vinte e cinco se têm sentado à conversa consigo partilhando histórias e inspirações”.

Para o apresentador, este prémio tem um valor particular. “Este prémio, contudo, tem, para mim, um valor muito particular. É-me atribuído por uma revista que ao longo da sua existência de dezasseis anos, por via da paixão, e da carolice do seu diretor (o jornalista António Sancho) e da sua equipa tem defendido as causas do Alentejo, nas suas mais diversas vertentes”.

Não é novidade que Manuel Luís Goucha tem uma paixão especial pelo Alentejo e, por isso, comprou lá uma casa.

“Sabe-se que sou lisboeta de nascimento, que passei parte da infância e adolescência em Coimbra, mas desde sempre senti que o meu chão seria aquele além do Tejo, que me era dado ver através da televisão, ainda a preto e branco, tal como o país. Sabia que queria para a minha vida a largueza daquela planície, horizontes rasgados. E ainda que estivesse muito longe de lhe conhecer os cheiros, as cores, os sabores… já alimentava o sonho de um dia vir a ter um pedaço daquela terra de dores insubmissas. Consegui-o há um ano e é nela, sempre que posso, que agora me recolho e me aquieto. Por isso, tinha também de dedicar este prémio a todos os Monfortenses, por tão generosamente me terem recebido, fazendo-me sentir como um deles”, rematou.

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