Joaquim Sousa Martins esteve hoje, 10 de agosto, no programa 'Dois às 10', onde lembrou o pai, que morreu em 2020

"O luto do meu pai foi feito em vida. O meu pai teve uma doença desgraçada, horrível", recorda.

"Quando chegamos ao fim da vida temos as memórias, é isso que faz a riqueza da tua vida, e o meu pai perdeu a memória", lamenta.

"Fazes esse luto quando convives com esses momentos, quando o teu pai não te reconhece, quando a meio de uma conversa se esquece do que está a conversar, mas isso para mim teve uma beleza tão grande", relata, não contendo as lágrimas.

"Eu queria o meu pai todos os dias comigo sem me conhecer. A achar que eu era primo dele, mecânico, queria-o aqui", confessa.

No fim, o jornalista evidencia ainda a importância que há em abordar-se estes assuntos publicamente: "A exposição mediática que temos vale para isto. Sei que há dezenas, centenas, milhares de pessoas a sofrerem aquilo que sofri. E é um problema, não é agradável, mas temos de encarar isto com alegria, boa disposição e saber que eles nunca desaparecem".

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