Depois dos vários adiamentos, já sabe se vai fazer parte do elenco da nova novela da TVI, Destino?
Sim, faço parte do elenco e estou muito feliz e muito expectante em relação a esta nova produção.

Que personagem vai desempenhar?
Serei a “Diana”. Faço parte do núcleo de comédia com grandes atores mas não posso revelar muito mais. Será um grande desafio, espero que o público goste.

É filha de mãe inglesa e pai português. Que língua fala em casa?
Misturo as duas línguas mas o inglês sempre esteve mais presente.

É verdade que quando era criança tinha vergonha de revelar que queria ser atriz?
Sim é verdade, mas durante a adolescência comecei a ficar mais segura daquilo que queria. Perdi a vergonha, e ainda bem.

Também é verdade que chegou a equacionar a possibilidade de ser pintora?
Sim, adoro pintar e ainda hoje em dia o faço frequentemente, mas a verdade é que duvido que tivesse talento para me tornar uma grande pintora. Assumo-o como um hobby.

Estreou-se na televisão, em 2006, no papel de “Mimi” em “Morangos com Açúcar”. Foi um bom começo?
Acho que não podia ter tido um melhor começo, considero que os “Morangos” foram um projeto ímpar, muito especial. Uma excelente plataforma de novos talentos. Só quem passou por lá é que pode perceber. Tive um ótimo apoio e foi uma grande escola.

Nestes cinco anos já foi “Carlota” em “Ilha dos Amores”, “Eva” em “Casos da Vida”, “Ana” em “A Outra”, “Rosa” em “Bater do Coração”, “Laura” em “Flor do Mar” e “Rosa Amarelo” em “Mar de Paixão”… Qual foi a personagem mais marcante?
Adorei fazer a “Ana” na peça de teatro “Raparigas”, de Neil Labute. Marcou-me, definitivamente, de uma maneira especial. Tive uma personagem muito interessante também há pouco tempo num telefilme em que fazia de pivô de informação na TVI. A verdade é que não sou capaz de escolher apenas uma personagem, gostei de todas elas de maneira diferente.

Estava numa grande expectativa em relação às férias de Verão. Teve o Verão com que sonhou?
Tive umas férias maravilhosas, descansei muito e viajei ainda mais, o que foi ótimo para recarregar energias antes de começar o projecto da nova novela, ao qual me dedico a 100 por cento.

Prefere passar férias fora de Portugal. Qual foi a melhor viagem da sua vida?
Adoro Portugal e sou grande fã da costa alentejana, não passo um ano sem lá ir várias vezes, seja no verão ou no inverno. Mas também gosto muito de conhecer países novos e culturas diferentes e preciso disso. Até hoje, a Tailândia foi o sítio que mais me marcou. É muito especial para mim.

É uma sonhadora?
Sou, mas tenho os pés bem assentes na terra.

Acompanha o trabalho do seu namorado (João Manzarra) na televisão?
Acompanho sempre com muita admiração e orgulho.

Ele também acompanha o seu?
Tem de perguntar a ele, mas espero bem que sim!

Adaptou-se bem à fama?
Trabalho, diz o provérbio, é o pai da fama. E eu ainda preciso de trabalhar muito.

Tem muitos amigos?
Tenho bons amigos.

Quais são os seus projetos a curto e médio prazo?
Por agora é dedicação total à “Diana”, da nova novela da TVI. Estou em arranque de projeto, cheia de força e muito entusiasmada.

Como imagina que vai ser a sua vida daqui por dez anos?
Espero que seja boa mas não penso nisso. Tento viver ao máximo o presente.

É ambiciosa?
Sou. Ambiciosa em termos profissionais e, ainda mais, em termos emocionais.

De que objeto nunca se separa?
De vários: da agenda, do telemóvel e do meu amuleto da sorte.

Gosta de cozinhar?
Adoro mas confesso que não sou a melhor cozinheira. Faria um workshop de culinária de bom grado!

Quantos cães tem?
Tenho quatro cães: um rafeiro de sete anos que se chama “Petrovski”, uma Jack Russel, a “Evita”, um Dogo Argentino, a “Lurdes”, e o “Júlio” que é um boxer de dois meses, o benjamim da “família”.

Qual é a coisa mais difícil de suportar na vida?
Umas das coisas que não suporto é o abandono e maus tratos de animais. Tira-me do sério.

Quando se irrita dá um murro na mesa ou conta até três para não perder a cabeça?
Depende das ocasiões (risos).

Qual é a sua melhor qualidade?
Tem de perguntar a quem me conhece bem mas, modéstia à parte, poderei falar do meu humor britânico.

E o seu pior defeito?
Adoro “junk food”. Gosto de ver um filme e comer pizza.

Quem a faz rir?
Ninguém me faz rir como a minha sobrinha de cinco anos.

O que precisa para ser feliz?
Saúde. Sei que é uma resposta cliché, mas se tiver uma perna partida não vou a lado nenhum, ou vou mais devagar…

(Texto: Palmira Correia)

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