Como definiria Clara, a personagem que interpreta em "T2 para 3"?
A Clara é uma menina. Na maneira de se vestir é muito prática, descontraída e, na maioria das vezes, nem se apercebe do impacto que causa nas pessoas nem está consciente da sua beleza. Mas também é muito determinada, porque saiu de casa dos pais para vir para Lisboa tirar um curso de Fotografia. O maior problema dela é com um ex-namorado, com quem teve uma relação de três anos. Ele engana-a mas vai demorar muito tempo até ela perceber isso. Entretanto, começa a desenvolver um carinho pelo companheiro de casa, Léo.
Vamos voltar atrás no tempo. Como correu a fase de ‘castings'?
Costumo dizer que tudo correu bem. Decidiram fazer um segundo ‘casting' em Lisboa e eu, que não tinha podido ir ao primeiro, pude ir nessa altura. Preparei o texto, fiz imensos amigos nos ‘castings' e fui passando, o meu nome foi ficando, com grande surpresa minha.
Na última fase, o que sentiu quando soube que estava entre os finalistas que iriam sujeitar-se à votação dos cibernautas?
Quando chegámos aos finalistas, eu fui a última a ser chamada e já tinha os joelhos a tremer. A partir daí foram aqueles dias de votação online angustiantes. Quando cheguei ao fim, com uma grande diferença de votos, fiquei mesmo muito contente.
Os amigos e a família foram um apoio importante nessa fase?
Eu pedi aos meus amigos para votarem em mim. Mas o que me surpreendeu foi que os meus amigos estavam a pedir a toda a gente que conheciam. De repente, ia a qualquer lado e as pessoas diziam que já tinham votado em mim. E eu nem as conhecia!
Esta vai ser a primeira experiência na representação?
A minha primeira experiência foi numa série que o canal MVM desenvolveu mas que, por problemas técnicos, acabou por não ser transmitida. Portanto, esta é a segunda, e espero que haja muitas mais.

Estou no terceiro ano do curso de Economia da Universidade Nova. Eu tenho muitas paixões e gosto de fazer muitas coisas ao mesmo tempo. Uma grande paixão é a economia, mas depois também há o mundo da televisão, da moda e da publicidade, que já faço há algum tempo. Não vou desistir do curso, mas neste momento quero mesmo abraçar este projecto. O curso vai ficar um bocadinho em segundo plano.
Em que pé ficam os estudos?
Estou no terceiro ano do curso de Economia da Universidade Nova. Eu tenho muitas paixões e gosto de fazer muitas coisas ao mesmo tempo. Uma grande paixão é a economia, mas depois também há o mundo da televisão, da moda e da publicidade, que já faço há algum tempo. Não vou desistir do curso, mas neste momento quero mesmo abraçar este projecto. O curso vai ficar um bocadinho em segundo plano.
E tem vontade de investir em formação na área da representação?
Desde que comecei a gravar percebi que podemos ter um talento natural para a representação, mas senti necessidade de ter formação e aprender mais.
Está preparada para o assédio do público na rua?
Espero que isso aconteça, porque quer dizer que somos bons e que o nosso trabalho está a ser reconhecido. Mas acho que conseguimos separar a vida profissional da pessoal e, se me abordarem, acho que vou saber lidar com isso.
Como é o ambiente nas gravações?
É óptimo, já sentimos que esta é a nossa casa. Somos transportados 12 horas por dia para aqui e depois sentimos falta. Eu nunca quero estar de folga: adoro estar aqui! Estou deitada e estou à espera de que o despertador toque para vir trabalhar.
Há espaço para o divertimento?
Divertimo-nos imenso. Enquanto uns estão a gravar, os outros ensaiam juntos para trabalhar emoções e reacções. Toda a gente nos dá conselhos: o realizador, o produtor, toda a equipa. Nós trabalhamos aqui e em casa, para que tudo fique excelente e para que o público adore, simplesmente porque nós também estamos a adorar fazê-lo.
A Ana é de Almeirim e veio para Lisboa estudar. Por isso conhece muito bem a realidade da série...
Sim, acho que dos três protagonistas fui a única a ter essa experiência. Divido casa com mais três pessoas, por isso sei o que são as guerras da casa-de banho, das limpezas ou do barulho. Sei o que é sair da casa da nossa mãe, que nos faz tudo, e ir para outra cidade lutar por um objectivo. Nesse aspecto, não preciso de me preparar muito para as cenas.

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