Aos 57 anos, Adelaide Ferreira decidiu abrir o coração. Em grande entrevista à edição desta semana da revista TV 7 Dias, a cantora e atriz assume um passado de violência, o mau relacionamento com o progenitor e o afastamento da irmã, a também cantora, apresentadora e atriz Mila Ferreira. «Naquele dia, o meu pai perdeu o controlo sobre si, porque não tolerava que lhe desobedecessem e eu desobedeci-lhe», relata a intérprete de êxitos como «Dava tudo» e «Papel principal».

«Foi muito duro. Foi com as mãos, com o pé (...) Fui parar ao hospital», relata a cantora, que alega que, na altura, perfurou um tímpano. «A minha querida irmã Mila, com 11 anos, que já era uma matulona gritou (...) Salvou-me a vida. Se eu estou cá, devo-o a ela!», assegura. «Nunca mais amei o meu pai», acrescenta ainda a cantora, que refere que a relação que tem atualmente com o pai é «má».

Apesar dos elogios à irmã, com o passar do tempo afastaram-se e, hoje, a relação entre as duas é também ela praticamente inexistente. «Éramos manas siamesas. Acho que ela ficou magoada comigo [por ter saído de casa aos 16 anos]. Eu fugi da confusão e ela ficou lá sozinha. Mas só pensei nisso muito mais tarde», assume Adelaide Ferreira. «Ficámos muito distantes e frias», admite a cantora.

Texto: Luis Batista Gonçalves

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