Diogo Infante comentou uma das medidas propostas pela Câmara Municipal de Lisboa, nomeadamente, o acesso gratuito a espaços culturais geridos pela EGEAC, como monumentos, teatros, museus, cinemas e galerias de Lisboa, a jovens até 23 anos e a maiores de 65 anos residentes na capital.

"Pessoalmente, não acredito que seja com acesso gratuito que se levam mais pessoas, no caso jovens até aos 23 anos, a consumir cultura", começa por argumentar o diretor artístico do Teatro da Trindade.

"Infelizmente, na generalidade dos casos, quando o acesso a eventos culturais é grátis, há um desinvestimento emocional por parte do público, que se manifesta num menor respeito pelos artistas e numa proporcional desvalorização dos objetos artísticos em apreço", defende.

"É com uma educação de base, escolar e familiar, em que se valorizem as disciplinas criativas e artísticas, que se cria a necessidade, o gosto pela arte e se cria uma verdadeira cultura de consumo cultural", completa.

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