"Os meus pensamentos e orações - e os da minha família e de todo o país - permanecem com as vítimas, os sobreviventes e as famílias afetadas, bem como com os primeiros intervenientes e socorristas", disse Isabel II por ocasião da comemoração do 20.º aniversário dos ataques da Al-Qaida.

A soberana, de 95 anos, também prestou "homenagem à resiliência e determinação das comunidades que se reuniram para reconstruir" após os ataques, os que mais mortos provocaram da História com cerca de 3.000 mortos, incluindo 67 britânicos.

O hino americano foi tocado durante a mudança da guarda no Castelo de Windsor, a cerca de 40 quilómetros de Londres, para onde Isabel II se retirou durante muito tempo durante a pandemia.

Há vinte anos, o hino dos EUA já tinha sido tocado durante a troca de guarda no Palácio de Buckingham, em Londres, durante uma cerimónia em homenagem às vítimas, que contou com a presença de muitos turistas americanos em lágrimas.

Na altura, a Rainha Isabel II encurtou as férias no seu castelo escocês de Balmoral para assistir a uma missa na catedral de St. Paul na capital britânica, também aberta pelo hino americano, usando um fato de luto e um chapéu preto.

Em 2010, Isabel II visitou o "ground zero", o local dos ataques contra as torres gémeas do World Trade Center em Nova Iorque, e encontrou-se com familiares das vítimas, antes de inaugurar um memorial às vítimas britânicas.

A visita permanece "gravada na (sua) memória", disse hoje Isabel II.

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