Em setembro e outubro, o Museu do Oriente destaca um dos países de estética e cultura mais marcantes da Ásia – o Japão – através de workshops dedicados às artes do Bonsai, Ikebana, Caligrafia, Furoshiki e Mizuhiki.

No dia 18 de setembro, sábado, realiza-se o “Workshop de Bonsai”, com um programa que passa pela história do bonsai, os seus estilos e características, como fazer um bonsai, técnicas de manutenção, composição, tipos e misturas de solo e, ainda, doenças e pragas.

Cada participante leva para casa uma árvore para aplicar as técnicas ensinadas. A sessão será ministrada por Mário Meruje, que se dedica em exclusivo à arte bonsai em Portugal, com o seu projeto profissional Kensho Bonsai Studio.

Quarta-feira, 22 de setembro, é a vez de conhecer Ikebana, arte japonesa do arranjo floral, também conhecida como o “caminho das flores”. A formadora Yuko Kase desvenda os segredos de como, a partir de elementos naturais como flores, ramos e plantas, se cria uma harmonia de formas, linhas, cor, ritmo e simplicidade que contrasta com os arranjos florais dos países ocidentais.

Na sua origem, que remota ao século VI, o Ikebana era um ritual de oferenda feito nos templos budistas do Japão, evoluindo até conquistar o estatuto de prática artística generalizada, pelo requinte e apurado sentido estético.

A rematar o mês de setembro, no dia 24, realiza-se o workshop “Furoshiki para o Dia a Dia – Embalagens Tradicionais Japonesas”. Versátil, simples e amiga do ambiente, a prática do Furoshiki consiste em criar invólucros para transporte e embalagem, a partir de um único quadrado de tecido.

Com algumas dobras e nós, este pode ser adaptado a inúmeras formas, numa alternativa aos sacos de plástico. O workshop está a cargo de Susana Domingues, que desde 2011 se dedica às artes tradicionais japonesas com o projecto Hands On HeArts.

Susana Domingues é também a responsável pelo workshop “Mizuhiki – Nós Japoneses”, que acontece a 13 de outubro. Fios especiais de papel de arroz são entrelaçados e combinados para formar nós decorativos, usados em presentes ou envelopes, como prova de afeto ou união.

A 19 de outubro, o workshop “Caligrafia Japonesa” aborda uma das formas de arte mais veneradas no Japão, sob a orientação de Yuko Kase, docente de língua e cultura japonesas na Universidade Católica, que orienta.

Também conhecida como “shodō”, o caminho da escrita, foi introduzida no Japão vinda na China, no século V, e permanece viva e relevante até hoje, fazendo mesmo parte do currículo escolar. A partir de um enquadramento histórico, este workshop convida a desenhar alguns caracteres com os materiais tradicionais papel de arroz, tinta-da-china e pincel.

Os workshops realizam-se em formato presencial. Os programas detalhados podem ser consultados em foriente.pt e os bilhetes podem ser adquiridos em bol.pt.

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