A ervilha-de-cheiro, com as suas flores coloridas e aromáticas, é uma planta trepadeira semelhante à ervilha comum. Algumas chegam a atingir 2,5 metros de altura, embora alguns exemplares de porte baixo não vão além dos 50 centímetros de altura. Luís Mota, um leitor da Jardins de Castelo Branco, não lhes resistiu, mas a coisa acabou por não correr bem, o que o levou a contactar a publicação em busca de uma solução.

«Depois de semear no meu jardim ervilhas-de-cheiro, estas cresceram e tudo correu bem. Mas, ultimamente, surgiram estragadas como se tivessem sido devoradas por algum inseto? O que se passa? O que poderá ser?», perguntou-nos. «Tudo leva a crer que o que devora a sua ervilha-de-cheiro (Lathyrus odoratus) é a vespa-serradora-de-folhas (Arge rosea)», esclarecem os especialistas da revista.

«Essas larvas serram de forma circular as margens foliares», informam. «Normalmente, trata-se de uma praga de hábitos noturnos, muito difícil de localizar, pelo que aconselhamos o recurso a um inseticida sistémico, um produto capaz de imunizar a planta contra as mordidelas dos vermes», recomendam. Originárias da Sicília, em Itália, as ervilhas-de-cheiro privilegiam um clima ameno ou frio, com temperaturas médias de até 20°C.

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