A legislação hoje anunciada pela Comissão Europeia na diretiva de conceção ecológica abrange televisões, monitores, frigoríficos, arcas congeladoras e máquinas de lavar e secar roupa, que terão que cumprir as regras a partir de 2021.

O desenho dos produtos deverá torná-los mais fáceis de arranjar quando se estragam, mais fáceis de reciclar e com menos consumo, procurando-se aumentar a vida útil.

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Em comunicado, a associação ZERO salientou que fabricar eletrodomésticos que gastam menos energia permitirá poupar o equivalente a "05 por cento do consumo de eletricidade" da União Europeia (UE), poupando a consumidores e empresas "20 mil milhões de euros".

Só no caso das máquinas de lavar, garantir mais cinco anos de utilização "irá poupar na UE tantas emissões como retirar meio milhão de carros das ruas por ano".

A ZERO afirma que "o próximo passo será disponibilizar peças de reposição e manuais de reparação para todos, não apenas para os reparadores profissionais, e estender as possibilidades de reparação para muitos outros produtos, destacando-se produtos relevantes como os 'smartphones'".

A Quercus considera que esta legislação "é um ponto de viragem" na produção e no consumo que acompanha medidas já tomadas no sentido da eficiência energética e redução das faturas de eletricidade.

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