As crianças e os jovens adultos que foram concebidos por fertilização in vitro (FIV) têm um risco ligeiramente maior de desenvolver cancro, em relação àqueles concebidos naturalmente, relatam investigadores da Suécia no jornal Pediatrics, avança a agência Reuters.

Estudos anteriores não conseguiram demonstrar um claro aumento no risco, mas a maioria dos trabalhos eram pequenos demais para responder a esta pergunta, notam os cientistas.

O estudo mais recente acompanhou 30.000 crianças, com 53 casos de cancro. Os recém-nascidos após FIV apresentaram uma probabilidade 42% mais elevada de cancro na infância do que aqueles concebidos naturalmente.

Os autores do estudo enfatizam que o risco não se deve provavelmente ao método, mas a uma variedade de outros factores, incluindo a tendência para estes bebés nascerem prematuramente e aos problemas respiratórios ao nascer.

Os investigadores ressalvam que o risco individual de cancro de uma criança nascida através de fertilização in vitro é muito baixo e que, por isso, não deve afectar a decisão de um casal que considere o método.

 Embora o risco absoluto não possa ser exactamente calculado a partir dos dados disponíveis, o Dr. Bengt Kallen, da Universidade de Lund observou que "o risco total de cancro infantil deve ser de duas em 1000 crianças e o risco após FIV é de três em 1000, o que é um risco individual muito baixo.”

Fonte: Portal de Oncologia Português

2010-07-27

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