Na atividade cirúrgica, as unidades hospitalares da região atingiram as 106.831 intervenções programadas, “o que equivale a um aumento de 3,2%”, contra 1% da média nacional.

Do total das cirurgias do ano passado, 57,4% foram realizadas em ambulatório, refere uma nota do gabinete de relações públicas da ARS.

“Estes resultados só foram possíveis com o grande empenho dos profissionais, que dão resposta à procura de melhores cuidados de saúde”, disse à agência Lusa o presidente da ARS-Centro, José Tereso.

Na área da consulta externa, registou-se um aumento de 3,88% nas primeiras consultas, contra 0,90% a nível nacional, tendo sido realizado um total de 627.516 destas consultas na região, mais 23.412 do que 2013.

“O aumento foi também significativo no que respeita a consultas subsequentes, mais 32.400 em 2014, o que equivale a um aumento de 2,05%, também superior à média nacional de 1,90%”, segundo a nota.

Através dos processos de contratualização com os hospitais, “a ARS tem procurado contribuir para a elevação gradual dos níveis de acesso e qualidade assistencial, sem comprometer a sustentabilidade económico-financeira das instituições”, afirmou José Tereso à Lusa.

“A região prevê atingir, em 2015 e pela primeira vez, uma situação global de equilíbrio operacional no conjunto de todas as instituições hospitalares”, adiantou.

A ARS-Centro “continuará a apoiar os esforços de investimento das instituições, quer no âmbito do novo quadro comunitário de apoio, quer no âmbito do investimento público nacional”, disse José Tereso.

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