O primeiro fármaco potencialmente preventivo com destino a uma das zonas mais críticas da doença, desenvolvido pela GlaxoSmithKline (GSK), empresa farmacêutica britânica, está a caminho da Libéria. A primeira remessa contém cerca de 300 vacinas.

Um dos responsáveis pela empresa sublinha que, dado o facto de o número de casos estar a diminuir, não será fácil aferir qual o impacto da vacina no combate ao vírus.

A vacina foi desenvolvida em parceria pelo Instituto Nacional de Saúde, nos Estados Unidos, e pela Okairos, uma firma especializada em biotecnologia que foi adquirida pela GSK em 2013.

Na quinta-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou que o surto de ébola na África Ocidental, o pior já registado, está a perder força.

A epidemia causou 21.724 casos em nove países desde que começou na Guiné-Conacri, há mais de um ano. Cerca de 8.641 pessoas morreram.

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