"Entendemos que era necessário não só um reforço no centro de saúde local - que poderá ser reforçado com mais médicos de medicina geral e familiar -, como também seria conveniente na área da emergência ter mais meios", disse Manuel Brito à margem de uma audiência que manteve com o bastonário da Ordem dos Farmacêuticos.

De acordo com o responsável, o risco aumenta exponencialmente nessa época do ano e a resposta programada pelas entidades locais é na área da emergência.

"Fizemos diligências no sentido de no mês de agosto e na semana anterior e posterior, estar sedeada [em Porto Santo] uma equipa da Emergência Médica de Intervenção Rápida (EMIR), no sentido de cobrir o risco acrescido que representa [o aumento] nesse período de [habituais] cinco mil para 25 mil habitantes", explicou.

A medida foi estabelecida depois de reuniões mantidas entre a secretaria Regional de Saúde, as estruturas locais afetas à área e à Câmara Municipal de Porto Santo.

Esta será uma experiência piloto que irá permitir avaliar o número de emergências que possam existir para, mais tarde, "avaliar algum ajustamento necessário", referiu.

O responsável regional adiantou ainda que, em caso de emergência e se o doente tiver de ser encaminhado para o Funchal, a equipa da EMIR presente na ilha acompanhá-lo-á durante o transporte.

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