A ideia foi hoje lançada pelo bastonário da Ordem dos Médicos, Miguel Guimarães, numa conferência organizada pela Associação da Indústria Farmacêutica sobre o acesso a novos medicamentos oncológicos.

“Portugal vive momentos de tensão no setor da saúde que estão a ser difíceis de resolver”, considerou Miguel Guimarães, propondo “um amplo debate” entre ordens profissionais, sociedades científicas, partidos, indústria e associações de doentes”.

Para o bastonário, é essencial ter um pacto para a saúde com durabilidade e que seja independente de eleições ou de decisões políticas transitórias.

A Ordem dos Médicos vai propor à Presidência que o congresso nacional para a saúde, a realizar em março ou abril do próximo ano, tenha o alto patrocínio do Presidente da República. “Era importante que o Presidente da República entendesse esta medida como uma medida que procura introduzir alguma tranquilidade em todo o sistema neste momento”, afirmou Miguel Guimarães em declarações à agência Lusa

Os desafios na saúde passam também por um aumento do financiamento, com o bastonário a defender que orçamento desejável para a área seria 6,5% do PIB.

Miguel Guimarães lembrou que a dívida na área da saúde já ultrapassou os mil milhões de euros, um valor “verdadeiramente escandaloso”.

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