"O cloro liga-se a tudo o que está a tentar matar a partir dos seus corpos e produz químicos. É isso que está a picar os seus olhos. É a ligação do cloro com a urina e o suor", explica Michael J. Beach, diretor-adjunto do programa Water Quality and Health Council, ao site WomensHealth.

As doenças transmitidas por via aquática estão a aumentar nos últimos anos e as piscinas, parques aquáticos e banheiras de hidromassagem estão no topo dos locais mais susceptíveis a infeções.

Os banhistas correm outros riscos: o vírus Cryptosporidium, ao contrário da E.coli e da Salmonella, não morre com o cloro e pode permanecer na água durante 10 dias à espera de entrar num novo hospedeiro.

Por outro lado, os especialistas alertam que o cloro também pode irritar as vias aéreas, sendo que quando se acumula no ar, como em piscinas cobertas, pode desencadear ataques de asma, escreve a CNN.

"Evitar engolir água da piscina" e "passar pelo chuveiro antes de nadar" são duas regras a ter em conta. "Fazer xixi e cocó" só mesmo fora das piscinas e, de preferência, nas respetivas casas de banho, defende uma campanha recém-lançada pela associação de nadadores-salvadores norte-americana.

Um relatório do CDC, relativo a 2010 e tendo por base apenas piscinas nos Estados Unidos, descobriu que uma em cada dez piscinas públicas não têm níveis de cloro adequados.

Num estudo realizado a mil adultos norte-americanos, 17% admitiu mesmo já ter urinado na piscina.

Michael Phelps, nadador olímpico multi-medalhado, confessou fazê-lo recorrentemente e adiantou que essa é uma prática bastante comum entre os nadadores.

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