FOTO DE ARQUIVO/ MÁRIO CRUZ/LUSA

Em comunicado enviado à agência Lusa, o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) indicou que a adesão à greve no turno da noite foi de 78,6%, enquanto na quinta-feira a paralisação, que decorreu apenas em Viana do Castelo, Braga, Castelo Branco, Santarém e Algarve, situou-se nos 75,6%.

“Na quinta-feira, a adesão média, nos três turnos (manhã, tarde e noite) foi de 75,6%”, é referido.

Dada a elevada adesão à greve, o SEP aconselha os “utentes a deslocarem-se aos serviços de Saúde, apenas, na estrita medida do inadiável (situações de urgência)”.

O SEP remeteu ainda para as 11:00 de hoje mais dados sobre a greve e anúncio de novas intervenções e formas de luta.

Os funcionários do setor da saúde e os enfermeiros iniciaram quinta-feira uma greve de 48 horas para exigir a reposição das 35 horas semanais a todos os trabalhadores e celebração de um acordo coletivo de trabalho, bem como pelo pagamento de horas extraordinárias.

O secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública (SINTAP) admitiu esperar esta sexta-feira (29.07) uma adesão maior à greve dos trabalhadores do setor da saúde devido ao anúncio pelo Governo de que haverá congelamento de salários em 2017.

35 horas semanais e pagamento de horas extraordinárias em cima da mesa

Os funcionários do setor da saúde iniciaram na quinta-feira uma greve de 48 horas, para exigir a reposição das 35 horas semanais a todos os trabalhadores e a celebração de um acordo coletivo de trabalho, assim como o pagamento de horas extraordinárias.

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