Em comunicado, a Polícia Judiciária acrescenta que a arguida está "fortemente indiciada" pelos crimes de burla qualificada, corrupção, falsificação de documento agravado e falsidade informática.

"De acordo com os elementos apurados, a atividade criminosa passava por um esquema fraudulento de venda fictícia de medicamentos através da emissão de receitas médicas fictícias, a fim de que a taxa de comparticipação paga pelo Estado revertesse para os suspeitos", refere o comunicado.

Acrescenta que a investigação "prossegue no sentido de determinar todas as condutas criminosas e o seu alcance, bem como o prejuízo total causado ao Estado Português através de comparticipações obtidas fraudulentamente do SNS".

A detida vai ser apresentada a primeiro interrogatório judicial, para aplicação das respetivas medidas de coação.

Um bocadinho de gossip por dia, nem sabe o bem que lhe fazia.

Subscreva a newsletter do SAPO Lifestyle.

Os temas mais inspiradores e atuais!

Ative as notificações do SAPO Lifestyle.

Não perca as últimas tendências!

Siga o SAPO nas redes sociais. Use a #SAPOlifestyle nas suas publicações.