A conquista das primeiras vacinas da COVID-19 poderia ter sido motivo de uma grande celebração, afirmou Pascal Soriot durante um ato virtual do Fórum Económico Mundial de Davos.

"Mas infelizmente não foi, porque houve um pouco de um comportamento de 'eu primeiro'", afirmou, considerando também que "em nível global é justo dizer que poderíamos e deveríamos estar melhor preparados".

Soriot não deu exemplos de países concretos, mas assim como nos primeiros meses da pandemia várias nações disputaram o acesso ao material de proteção sanitária, ultimamente há uma corrida no mundo para adquirir as vacinas.

Na sua opinião, agora "as coisas estão a mudar e está a surgir uma colaboração internacional" sobre o coronavírus, que já matou mais de dois milhões de pessoas em todo o planeta.

Sobre o futuro, "a primeira coisa a se fazer é investir na prevenção, na deteção e tratamento antecipados", afirmou Soriot.

O responsável destacou que entre os países industrializados da OCDE apenas 3% do gasto sanitário é destinado à prevenção. E somente "20% deste 3% é destinado à imunização e à deteção precoce de doenças", lamentou.

"Desse modo, essencialmente, temos que esperar as pessoas adoecerem para tentar solucionar, em vez de detetar a doença antecipadamente e preveni-la", destacou.

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