"Em números redondos, significa assegurar um milhão de vacinas visto que a nossa compra global é na ordem dos 20 milhões de doses", concretizou Augusto Santos Silva, depois de, na terça-feira, o primeiro-ministro, António Costa, ter anunciado que Portugal redirecionaria 5% das sua vacinas contra a covid-19 para os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e Timor-Leste.

O ministro dos Negócios Estrangeiros, que falava hoje, em Lisboa, apontou o primeiro semestre de 2021 como a data prevista para as vacinas começarem a chegar ao destino, sem avançar detalhes sobre os critérios de distribuição por país.

"Esperamos que a distribuição de vacinas comece ao longo do próximo semestre" disse, ressalvando que o calendário está dependente da "cadência de abastecimento por parte das empresas farmacêuticas" das vacinas compradas por Portugal.

"A nossa melhor perspetiva é o mais cedo possível ao longo do próximo semestre", acrescentou.

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